Acesse abaixo a apresentação de uma das dinâmicas da Oficina Nanoesco 2008, ministrada em conjunto com a Prof. Helaine Silvini e mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ensino das Ciências, da UFRPE, no último 19/11/2008, no laboratório do CECINE.
Parte da oficina ministrada pela autora dessa postagem
A edição de setembro/2008 da Revista Scientific American Brasil apresenta uma reportagem sobre Nanopartículas Autolimpantes, quanto à fantástica habilidade das folhas das flores de lótus de repelir sujeira inspirou uma série de tecnologias autolimpantes e antibacterianas que também podem ajudar a controlar dispositivos microfluídicos de "laboratórios em chips".
- Calosidades microscópicas na folha do lótus transformam sua superfície encerada em um material que repele a água, ou super-hidrofóbico. Pingos de chuva rolam facilmente por essa superfície, removendo qualquer sujeira.
- Pesquisadores desenvolveram vários materiais sintéticos autolimpantes, alguns, aproveitando o "efeito lótus", outros utilizando a propriedade oposta - a super-hidrofilicidade - como reações químicas catalíticas.
- Produtos futuros podem combinar as duas propriedades de afinidade à água ou utilizar substâncias reversíveis para controlar o fluxo de líquidos, através de componentes microfluídicos.
Há diversas aplicações que estão sendo desenvolvidas inspiradas no "efeito lótus", como por exemplo, vidros, tintas e tecidos autolimpantes, revestimentos antiembaçantes, entre outros, seja utilizando-se das propriedades hidrofóbicas ou hidrofílicas, ou mesmo combinando ambas as propriedades.

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